Cole Allen, o homem da Califórnia acusado de tentar assassinar o presidente Donald Trump durante o jantar dos correspondentes da Casa Branca, invocou seu direito de permanecer em silêncio após sua prisão, de acordo com documentos de acusação divulgados nesta segunda (27).

A queixa criminal que acusa Allen de tentativa de assassinato do presidente, transporte de uma arma de fogo com a intenção de cometer um crime e disparo de arma de fogo durante um crime de violência trouxe novos detalhes sobre a linha do tempo dos supostos crimes, com um depoimento de um agente do FBI.

No dia 6 de abril, poucos dias após o anúncio de Trump de que ele participaria do jantar com a imprensa, Allen fez uma reserva de três noites no Washington Hilton e partiu da Califórnia de trem no dia 21 de abril, conforme os documentos.

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Ele fez uma troca de trem na quinta-feira (23) em Chicago e fez o check-in no Hilton no dia seguinte, segundo os investigadores.

Os documentos judiciais incluem a mensagem que ele supostamente enviou a familiares, chamando os “oficiais da Administração” como seus alvos, e os novos documentos indicam que ele usou a função “agendar envio” para transmitir a mensagem.

Ela foi recebida pelos familiares pouco antes de Allen supostamente se aproximar de um ponto de controle de segurança por volta das 20h40 (horário do leste), disseram os documentos.

Os promotores acusam Allen de correr “pelo magnetômetro segurando uma arma longa.”

“Enquanto fazia isso, os agentes do Serviço Secreto dos EUA designados para o ponto de controle ouviram um disparo forte. O agente do Serviço Secreto dos EUA, V.G., foi baleado uma vez no peito; o agente V.G. estava usando um colete balístico no momento,” dizia o depoimento de um agente do FBI.

Allen estava portando uma espingarda de repetição calibre 12 e uma pistola Rock Island Armory 1911 de calibre .38, de acordo com os documentos.



Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/documentos-suspeito-invocou-direito-de-permanecer-em-silencio-apos-prisao/