O vice-presidente Geraldo Alckmin defendeu o mandato para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira (5).
Atualmente, os ministros da Corte se aposentam com 75 anos. A excessão recente foi a do ministro Luis Roberto Barroso, que adiantou sua aposentadoria, pedindo para deixar o cargo com 67 anos, em outubro do ano passado.
A discussão é antiga e chegou a ser defendida pelo agora ministro do STF, Flávio Dino, na época em que ele era deputado federal e depois, quando se tornou ministro da Justiça.
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Publicado em 2026-05-05 16:32:08O tema foi retomado mais uma vez, pois o governo vê que o STF virou uma pauta eleitoral para este ano, especialmente após ministros da Corte serem citados no decorrer das investigações do caso Master.
O vice-presidente Geraldo Alckmin defendeu o mandato para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira (5).
"Tem que ter mandato [para o STF]. Esse negócio de vitaliciedade. Sempre defendi mandato, cumpre o mandato, prestou serviço ao país... substitui, coloca outro. Acho que é um bom caminho na reforma do judiciário", disse durante entrevista ao Estúdio i da GloboNews.
Atualmente, os ministros da Corte se aposentam com 75 anos. A excessão recente foi a do ministro Luis Roberto Barroso, que adiantou sua aposentadoria, pedindo para deixar o cargo com 67 anos, em outubro do ano passado.
A discussão é antiga e chegou a ser defendida pelo agora ministro do STF, Flávio Dino, na época em que ele era deputado federal e depois, quando se tornou ministro da Justiça.
O tema foi retomado mais uma vez, pois o governo vê que o STF virou uma pauta eleitoral para este ano, especialmente após ministros da Corte serem citados no decorrer das investigações do caso Master. Com isso, aliados do presidente entendem que é preciso ter uma resposta para essa questão.
A derrota de Jorge Messias na última quinta-feira (29) no Senado também corroborou para que o tema seja tratado nos bastidores do governo, uma vez que a possibilidade de um discurso de "atacar o sistema" não é possível, já que prejudicaria articulações que o governo já possui dentro do STF.
Sobre a derrota do indicado do presidente Lula, Alckmin disse que não tem como provar que houve um acordo entre os partidos e o presidente do Senado Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
"Eu não tenho como provar acordinho ou acordão, agora, são fatos que chamam atenção. Foram partidos que a gente achava que iam votar conosco e que não votaram. Não vou falar partido, vou falar senadores", disse.