O plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) elegeu nesta quarta-feira (13) o ministro Flávio Dino como novo ministro substituto do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). A escolha ocorreu após Dias Toffoli deixar a vaga de substituto para assumir uma cadeira de membro efetivo na Corte eleitoral.
“Agradeço a confiança de todos e a companhia dos que terei lá na Justiça Eleitoral. Nunca tive a honra de integrar o TSE, mas fui juiz do TRE do Maranhão de 1995 a 1997 e ajudei a coordenar a primeira eleição com urna eletrônica, em 1996. Era algo quase inacreditável à época. Se hoje ainda há controvérsias, imaginem em 1996”, afirmou Dino.
Dino recebeu 9 dos 10 votos na eleição realizada pelo Supremo. O único voto diferente foi dado ao ministro Luiz Fux. O presidente do STF, Edson Fachin, explicou que os ministros não votam em si próprios, o que explica os votos isolados registrados na escolha.
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Publicado em 2026-05-13 19:07:01Toffoli entrará no TSE no lugar de Cármen Lúcia, que deixou a preidência da Corte na terça-feira (12) e anunciou que renunciaria ao restante do período que teria de “mandato”. Se quisesse, a ministra poderia ficar no tribunal até agosto.
Na noite de terça-feira (12), os ministros do STF Kassio Nunes Marques e André Mendonça tomaram posse como presidente e vice-presidente, respectivamente, em cerimônia no Tribunal. Ambos chegaram ao Supremo por indicação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A Corte Eleitoral tem tradicionalmente em sua composição sete membros efetivos, sendo três cadeiras ocupadas por ministros do STF, duas por ministros do STJ (Superior Tribunal de Justiça) e duas por juristas indicados pelo presidente da República.