A ação de grupos conhecidos como a “gangue do quebra-vidro” tem gerado alerta em motoristas de São Paulo.
O método utilizado pelos criminosos para acessar o interior dos veículos envolve o uso de pequenos fragmentos de velas de ignição, uma técnica que permite estilhaçar o vidro temperado de forma rápida e com pouco esforço físico.
Nesta quinta-feira (30), a Polícia Militar de São Paulo iniciou uma grande operação no centro da cidade para combater o tráfico de drogas e os crimes de furto e roubo conhecidos como “quebra-vidros”.
Recomendamos para você
Imagens de santas furtadas de convento de Santos são achadas em antiquário em SP; entenda
Imagens de santas foram furtadas do Convento Nossa Senhora do Carmo estavam sendo vendidas e...
Publicado em 2026-04-30 14:25:28
Problema do BRB está sendo resolvido e terá solução técnica, diz Celina
Governadora se reuniu quinta-feira (30) com presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo para trat...
Publicado em 2026-04-30 14:15:35
Trump amplia crise com Merz ao afirmar que ele deveria priorizar “Alemanha quebrada”
O presidente dos EUA, Donald Trump, amplia crise com Merz ao afirmar que ele deveria priorizar "Alem...
Publicado em 2026-04-30 13:46:37
O funcionamento da técnica
Diferente do impacto com objetos pesados, a técnica baseia-se na dureza da cerâmica que reveste a vela de ignição. Os criminosos quebram a peça para obter pequenos pedaços, popularmente denominados como “borrinha”.
Ao serem arremessados contra a janela lateral do carro, esses fragmentos provocam um ponto de tensão concentrada que leva à fragmentação total do vidro de maneira quase instantânea.
O uso desse material é estratégico para a criminalidade devido ao baixo ruído produzido no momento da quebra, o que dificulta a percepção de pedestres ou de sistemas de segurança próximos.
Além disso, a facilidade de transporte e descarte dos pequenos pedaços de cerâmica auxilia na fuga e na ocultação da ferramenta utilizada no crime.
A polícia recomenda que motoristas evitem deixar objetos de valor, como mochilas, notebooks e celulares, expostos sobre os bancos, o que reduz a atratividade do veículo para essas abordagens rápidas em semáforos e áreas de estacionamento.