O ministro Alexandre de Moraes, doSTF (Supremo Tribunal Federal), prorrogou por mais 60 dias a investigação da PF (Polícia Federal) que apura possíveis crimes relacionados aos bloqueios de rodovias após as eleições de 2022 e eventual ligação com os atos extremistas de 8 de janeiro de 2023.
A decisão foi assinada nesta terça-feira (6) após a PF informar que ainda há diligências pendentes no inquérito.
O caso teve origem em uma investigação instaurada pela Polícia Civil do Tocantins para apurar o bloqueio da Ponte Presidente Fernando Henrique Cardoso, em Aguiarnópolis (TO), entre 31 de outubro e 3 de novembro de 2022.
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Publicado em 2026-05-06 17:42:45Ao longo da apuração, a investigação passou a incluir suspeitas de financiamento dos atos e possível relação entre investigados e os episódios de depredação registrados em Brasília depois da vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A PF apura, por exemplo, movimentações bancárias, viagens de ônibus ao Distrito Federal entre dezembro de 2022 e janeiro de 2023 e a possível conexão entre passageiros, financiadores e participantes dos atos antidemocráticos.
Em decisões anteriores, Moraes autorizou diligências junto à ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) para verificar registros de viagens a Brasília, além da oitiva de representantes de empresas de transporte citadas na investigação.
No despacho mais recente, o ministro determinou o retorno dos autos à Polícia Federal para continuidade das diligências. Até o momento, não há denúncia apresentada pela PGR (Procuradoria-Geral da República).