Durante a Brazil Week, evento que acontece em Nova York e conta com a presença de empresários e autoridades americanas e brasileiras, alguns pré-candidatos à Presidência, como Ronaldo Caiado (PSD), Augusto Cury (Avante), Romeu Zema (Novo) e Aldo Rebelo (DC), discursaram sobre as eleições deste ano.

Caiado e Rebelo, que participaram por vídeo, defenderam “esperança” e um “salto de qualidade” com a possibilidade de se eleger um novo presidente da República em outubro.

“As eleições estão aí. Agora a ferramenta está em nossas mãos: é o voto, que vai promover o maior divisor de águas no Brasil.Quem amanhã venha sentar na cadeira da presidência, tenha estatura de presidente, liturgia da presidência da república, que possa ter autoridade moral e também independência individual; Que tenha condições de buscar os empresários, visão com a juventude e crianças do Brasil, para podermos dar um salto de qualidade.Se nada disso for feito, estaremos condenando o Brasil a não ter futuro”, afirmou Ronaldo Caiado durante o Fórum Lide, comandado pelo empresário e ex-governador João Dória.

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Aldo Rebelo afirmou que “quando o mundo precisa de segurança alimentar, energética e de terras raras, o Brasil tem a solução para o próprio Brasil e para o mundo. O Brasil precisa ser desinterditado para criar esperanças. Quando as escolhas estiverem de acordo com o nosso destino, eu acho que o Brasil poderá olhar para o futuro com esperança e otimismo”.

Zero corrupção e zero polarização

Romeu Zema e Augusto Cury discursaram presencialmente no Fórum Lide, enfatizando que a polarização não é benéfica à sociedade brasileira e que a corrupção precisa ser combatida.

Segundo o ex-governador de Minas Gerais, caso ele seja eleito presidente, sua gestão será “zero corrupção. É um choque moral que nós precisamos. É um choque contra a gastança, porque ninguém consegue investir no Brasil hoje com essa taxa de juros. Vou privatizar tudo o que for possível; foi o que nós fizemos em Minas. E um choque na segurança pública. Acho que está na hora do Brasil ter um empreendedor para fazer a gestão do país”.

O escritor Augusto Cury defendeu ser a “voz da pacificação e da esperança”. Para ele, “a polarização e a radicalização tornaram a nossa nação extremamente ansiosa, doentia, a tal ponto que as pessoas não tem liberdade de falar em quem vai votar porque ocorre uma guerra. Isso é absolutamente doentio […] O presidente, na minha opinião, não é apenas um grande líder, é apenas um empregado da sociedade com um prazo para ser despedido”.



Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/eleicoes/presidenciaveis-pedem-fim-da-polarizacao-durante-evento-em-nova-york/