Ouça este conteúdo
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ampliou nesta sexta-feira (1º) as sanções contra Cuba. O governo americano afirma que o país representa “uma ameaça extraordinária” à segurança nacional. O decreto presidencial determina novas punições econômicas. A medida atinge bancos estrangeiros que mantêm relações com o governo cubano. O texto também impõe restrições migratórias mais rígidas.
O governo dos Estados Unidos incluiu novos alvos nas sanções. A lista abrange indivíduos ligados aos setores de energia e mineração. O decreto cita pessoas associadas ao aparato de segurança do país e menciona suspeitas de corrupção e “graves violações dos direitos humanos”.
Recomendamos para você
Trump retira 5 mil soldados da Alemanha após líder dizer que Irã humilhou EUA
Donald Trump ordena retirada de 5 mil soldados da Alemanha após Merz dizer que os EUA foram “humi...
Publicado em 2026-05-01 22:15:08
Trump brinca sobre possibilidade de EUA assumirem o controle de Cuba
Presidente sugeriu que forças militares poderiam avançar sobre a ilha no caminho de volta da guerr...
Publicado em 2026-05-01 22:08:14
Trump diz ao Congresso que ataques ao Irã foram 'encerrados', mas mantém bloqueio naval
Trump diz ao Congresso que ataques ao Irã foram 'encerrados', mas mantém bloqueio naval Pr...
Publicado em 2026-05-01 21:56:11O ato inclui medidas contra países parceiros. O governo americano ameaça aplicar tarifas a nações que forneçam petróleo a Cuba e alguns fornecedores reduziram ou interromperam os envios. Com a escassez de combustível, Cuba registra apagões e limitações no transporte. Companhias aéreas reduziram voos para a ilha.
As novas medidas ampliam a política adotada neste ano. Desde janeiro, os Estados Unidos restringem o envio de petróleo à ilha. Os Estados Unidos cobram abertura econômica do país e exigem indenizações por bens expropriados após a revolução liderada por Fidel Castro. Washington também pede eleições “livres e justas”.
Cuba convoca ato em Havana e critica novas sanções dos EUA
O anúncio do governo americano ocorre no mesmo dia de uma manifestação em Havana. O governo cubano convocou o ato em frente à embaixada dos Estados Unidos. Autoridades mobilizaram trabalhadores do setor público e membros do Partido Comunista de Cuba (PCC).
O governo cubano afirma que centenas de milhares participaram. O ato defendeu a soberania do país e criticou as sanções.
“O governo dos Estados Unidos se alarma e responde com novas medidas coercitivas unilaterais ilegais e abusivas contra Cuba”, escreveu no X o ministro das Relações Exteriores cubano, Bruno Rodríguez.
VEJA TAMBÉM: